A queda de cabelo mexe com a autoestima, com a identidade e, para muitos, com a forma como se veem no mundo. Mas antes de entrar em pânico ou correr para soluções milagrosas da internet, é importante entender uma coisa: calvície é um processo determinado geneticamente. E como todo processo, tem sinais.

1. A linha frontal do cabelo está recuando?
Um dos primeiros sinais da Alopecia Androgenética – a famosa calvície – é o avanço das “entradas”. A linha frontal do cabelo começa a recuar nas laterais e vai ganhando um formato mais em “M”. Isso geralmente acontece de forma sutil e progressiva.
2. Afinamento dos fios?
A calvície não começa com os fios caindo. Ela começa com o enfraquecimento deles. Os fios vão ficando mais finos, fracos e sem volume, especialmente no topo da cabeça, já que é uma área bastante afetada pela ação da DHT (hormônio ligado à calvície).
3. Histórico familiar?
Você já olhou com atenção para o cabelo dos seus pais, tios ou avós? A predisposição genética é um fator determinante para muitos casos. Se há calvície na família, fique mais atento aos sinais e procure ajuda antes que o processo avance.
Obs.: É importante lembrar que o gene da calvície pode vir tanto por parte do pai quanto da mãe.
4. couro cabeludo mais visível?
Ao tirar uma foto ou se olhar no espelho, você se assusta ao ver o couro cabeludo aparecendo mais do que o normal? Isso pode ser um sinal importante. A densidade capilar vai diminuindo e o couro cabeludo começa a se expor.
Ao notar esses sinais, o mais importante é: não ignore e não se automedique. Muitos quadros de calvície são tratáveis, principalmente quando identificados no início. A avaliação com um médico especialista em tricologia é essencial para entender o que está acontecendo e montar um plano de tratamento eficaz, que pode incluir desde mudanças no estilo de vida até tratamentos médicos ou cirúrgicos, como o transplante capilar.
Calvície não é só uma questão estética. Ela mexe com as emoções, autoestima e identidade. Por isso, o cuidado vai além do couro cabeludo, ele começa no acolhimento. E aqui, você tem um espaço seguro de escuta e solução.
LEMBRE-SE: Muitos tratamentos podem ser contraindicados para algumas pessoas. Entre elas, gestantes e lactantes. Desta forma, você NUNCA deve se automedicar!
Procure um médico especializado para te auxiliar e indicar as melhores opções de tratamento para o SEU CASO. Sempre de forma única e exclusiva, de acordo com as suas necessidades.
*Este texto possui caráter educativo e não substitui uma consulta médica.
Diretor Técnico – Médico
Dr. Éric Aguiar.
CRM-RJ: 123519-2



